• Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2026
  • 16:50h
03 de Agosto de 2026

DISPUTA PARA FEDERAL: Fábio afirma que União fará duas vagas, mas descarta favoritos

DISPUTA PARA FEDERAL: Fábio afirma que União fará duas vagas, mas descarta favoritos

O deputado disse que não há "cadeira cativa" e que os eleitos serão decisão dos mato-grossenses

 

O deputado federal Fábio Garcia afirmou, nesta semana, acreditar que o União Brasil manterá duas cadeiras na Câmara Federal nas eleições, mas rejeitou a ideia de que haja favoritos dentro da chapa.

 

Após a oficialização da chapa, que reúne nomes como Gisela Simona, Ednei Blasius, Altemar Lopes da Silva, Virginia Mendes, Carlos Sanchez Roman, Fábio avaliou que o grupo está entre os mais competitivos do Estado.

 

"Acredito que a nossa chapa é muito forte, com nomes grandes e relevantes da política de Mato Grosso. Não tenho dúvida de que o União Brasil traz uma das mais fortes chapas de deputado federal em toda a eleição do Estado. Acredito muito que faremos duas vagas e manteremos a bancada de deputados federais", afirmou à imprensa.

 

Questionado sobre quem ocuparia a segunda cadeira, além dele próprio, o parlamentar evitou apontar favoritos e afirmou que nem mesmo considera garantida sua reeleição.

"Não acho que ninguém tenha vaga cativa. Isso é eleição, quem decide são as pessoas. Serão eleitos os dois mais votados da chapa do União Brasil, se conseguirmos alcançar a votação que esperamos", disse.

 

Fábio afirmou que percorrerá novamente os 142 municípios de Mato Grosso durante a campanha para apresentar o trabalho realizado no mandato e defender novas propostas para o Estado.

 

Prejuízo para campanha

 

O deputado também minimizou os reflexos da disputa interna entre o ex-governador Mauro Mendes e o senador Jayme Campos durante a definição da posição do União Brasil na eleição ao Governo do Estado.

 

Na convenção realizada na tarde de ontem, o União Brasil protagonizou uma das disputas internas mais acirradas do processo eleitoral em Mato Grosso. Jayme defendia que a sigla lançasse candidatura própria ao Governo do Estado e colocou seu nome à disposição, enquanto o grupo liderado por Mendes trabalhou para aprovar o apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

 

A votação foi marcada por embates entre as duas alas, discussões no plenário e intensa articulação de bastidores. Ao fim, por ampla maioria, os convencionais aprovaram a aliança com o Republicanos, consolidando a vitória política de Mauro e encerrando a disputa interna.

 

"Acredito que todos têm maturidade. Não é uma questão pessoal, mas uma discussão de dois projetos políticos distintos. Passada essa definição, acredito muito na união dessas pessoas", afirmou Fábio.

Fonte: midianews