O deputado disse que não há "cadeira cativa" e que os eleitos serão decisão dos mato-grossenses
O deputado federal Fábio Garcia afirmou, nesta semana, acreditar que o União Brasil manterá duas cadeiras na Câmara Federal nas eleições, mas rejeitou a ideia de que haja favoritos dentro da chapa.
Após a oficialização da chapa, que reúne nomes como Gisela Simona, Ednei Blasius, Altemar Lopes da Silva, Virginia Mendes, Carlos Sanchez Roman, Fábio avaliou que o grupo está entre os mais competitivos do Estado.
"Acredito que a nossa chapa é muito forte, com nomes grandes e relevantes da política de Mato Grosso. Não tenho dúvida de que o União Brasil traz uma das mais fortes chapas de deputado federal em toda a eleição do Estado. Acredito muito que faremos duas vagas e manteremos a bancada de deputados federais", afirmou à imprensa.
Questionado sobre quem ocuparia a segunda cadeira, além dele próprio, o parlamentar evitou apontar favoritos e afirmou que nem mesmo considera garantida sua reeleição.
"Não acho que ninguém tenha vaga cativa. Isso é eleição, quem decide são as pessoas. Serão eleitos os dois mais votados da chapa do União Brasil, se conseguirmos alcançar a votação que esperamos", disse.
Fábio afirmou que percorrerá novamente os 142 municípios de Mato Grosso durante a campanha para apresentar o trabalho realizado no mandato e defender novas propostas para o Estado.
Prejuízo para campanha
O deputado também minimizou os reflexos da disputa interna entre o ex-governador Mauro Mendes e o senador Jayme Campos durante a definição da posição do União Brasil na eleição ao Governo do Estado.
Na convenção realizada na tarde de ontem, o União Brasil protagonizou uma das disputas internas mais acirradas do processo eleitoral em Mato Grosso. Jayme defendia que a sigla lançasse candidatura própria ao Governo do Estado e colocou seu nome à disposição, enquanto o grupo liderado por Mendes trabalhou para aprovar o apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
A votação foi marcada por embates entre as duas alas, discussões no plenário e intensa articulação de bastidores. Ao fim, por ampla maioria, os convencionais aprovaram a aliança com o Republicanos, consolidando a vitória política de Mauro e encerrando a disputa interna.
"Acredito que todos têm maturidade. Não é uma questão pessoal, mas uma discussão de dois projetos políticos distintos. Passada essa definição, acredito muito na união dessas pessoas", afirmou Fábio.
Fonte: midianews