• Sexta-Feira, 21 de Agosto de 2026
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21 de Agosto de 2026

Braço direito de líder do Comando Vermelho de MT é preso em academia do RJ

Braço direito de líder do Comando Vermelho de MT é preso em academia do RJ

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na noite desta quinta-feira (20), Guilherme Moura da Silva, apontado como operador financeiro e braço direito de Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, apontado pela polícia como líder do Comando Vermelho em Mato Grosso.

 

Conforme confirmado pela assessoria de imprensa da PC do Rio, Guilherme foi localizado por volta das 19h20 em uma academia na avenida Itaóca, no bairro Inhaúma, na zona Norte do Rio de Janeiro, nas proximidades do Complexo do Alemão. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

 

Segundo a polícia, o suspeito não resistiu à abordagem e foi encaminhado para a 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma), responsável pelo cumprimento da ordem judicial. Imagens registraram o momento em que Guilherme foi abordado dentro da academia.

 

A localização do investigado foi possível após o cruzamento de informações entre os setores de inteligência da 44ª DP, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil de Mato Grosso e da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Draco).

 

Conforme as investigações conduzidas pela Polícia Civil de Mato Grosso, Guilherme ocupava uma posição estratégica dentro da organização criminosa e seria responsável pela movimentação financeira ligada a “Batman”.

 

Jonas Souza Gonçalves Júnior é apontado pelos investigadores como um dos traficantes mais procurados de Mato Grosso e líder do Comando Vermelho no Estado. Segundo a polícia, ele estaria escondido no Complexo do Alemão e, de lá, coordenaria à distância operações relacionadas ao tráfico de drogas e à logística da organização criminosa em Mato Grosso.

 

No mês passado, a Polícia Civil de Mato Grosso também prendeu Rhavenna Barcelos de Almeida durante a Operação Fariseus. Ela é apontada como companheira de “Batman” e, segundo as investigações, teria atuado no suporte operacional e na comunicação da organização criminosa.

 

De acordo com a polícia, Rhavenna utilizava um projeto religioso como forma de aproximação com integrantes da facção, mantendo contato com presos e foragidos. Os pais dela, que são pastores evangélicos, também foram alvos da operação.

 

As investigações continuam para identificar outros integrantes da organização e esclarecer a estrutura utilizada pelo grupo para manter as atividades criminosas em Mato Grosso mesmo com a liderança fora do Estado.

Fonte: gazetadigital

Autor: Yuri Ramires